Pular para o conteúdo principal

Copa do Mundo

Copa do Mundo

É gente. O Brasil foi eliminado hoje pela Holanda, mas claro que todos sabem disso.

Já declarei aqui que nessa Copa torceria para a Argentina. Porém, durante a competição, (por regionalismo e também por não conseguir deixar de torcer para o nosso Brasil) estendi meus pensamentos positivos para todos os selecionados sulamericanos e continuarei com os que restaram até o fim, apesar de achar que os três representantes da Conmebol têm uma vida complicada daqui pra frente.

E essa Copa serviu para mostrar para o mundo inteiro, que nós, latino-americanos somos sim o berço do futebol mundial, sustentando o comércio da Fifa, sempre com bons jogadores aparecendo.

Mas tudo bem, o Brasil valeu pela raça, que em 1998 e 2006 não mostrou.

O Dunga é outro que, se não pelo conhecimento técnico e sim pela teimosia, ganhou meu respeito. Peitou a Rede Globo e isso há de se respeitar, formou uma equipe unida e motivou, sim, os seus jogadores (acho que o Felipe Melo se motivou até de mais).

Mas não deu, infelizmente.

E por que será hein?

Sou daqueles meio chatos, que sempre usam a roupa que estava no primeiro jogo, se ganhou esse, claro. E acredito que como eu, existam muitos.

Pois é, e hoje?

Será que estava todo mundo sentado no lugar certo? Você estava com a sua meia da sorte? E você Pipi, pintou suas unhas nas cores certas?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Caetano e o tempo.

  Impressionante o poder que a música tem de fazer viajar no tempo.  Ainda há pouco, no banho, Marisa Monte chegou na playlist, e o túnel se abriu.  O ano era 2000. Tudo estava chegando ao fim. O ensino médio, o curso técnico, o século. O grupo grande de amigos também, embora esse a gente só percebesse depois.  O que restava da inocência. Nova Brasil FM era a rádio que o dial marcava o dia todo, e embalava os namorinhos da adolescência.  Virou e mexeu Caetano surgia com o verso "menina do anel de lua e estrela".  Numa dessas vezes, os dois estavam deitados com pouca roupa, ela usava aquele brinco que era o título da música. A gente fez um desenho na pele um do outro e isso se tornou meio que o símbolo das nossas comunicações, e desenhávamos nos cantos das cartas.  Na época isso tinha importância, mas ficou esquecido por quase essa vintena de anos. Até a Marisa Monte me trazer precisamente aquela voz ao pé do ouvido.  Já que em outubro as p...

Eterno esboço (ou nostalgia em plena primavera)

Tem momentos no dia a dia que despertam algum tipo de nostalgia. Alguma cena, uma citação num livro. Música bate com força. Algumas poucas vezes, um desenho. Lembranças de épocas remotas, quase um outro mundo, com certeza um outro eu. No distante ano de 2000 eu cursei o terceiro colegial. Outro dia encontrei uma amiga dessa época (a gente vive se afastando e se reencontrando nesses quase 20 anos) e ela me fez uma pergunta sobre aquela época. Eu não soube responder. Parei pra pensar, e não tenho lembranças de boa parte daquele ano, principalmente o final dele. Mas algumas coisas ainda ficam. Foi provavelmente naquele ano que eu respondi pela última vez com honestidade a pergunta: Tá tudo bem? Não que a vida seja só derrotas de lá pra cá. A honestidade refere-se ao "tudo". O tempo vai passando e o tudo vira muita coisa. Normal, não é uma reclamação. Não entendo como é o funcionamento do cérebro, não faço ideia se o apagão é psicológico ou não. Mas não lembro de ...

Terça

O que fica do encontro é o encontro. A conversa foi boa, mas acabou. O povo sumiu, a luz se apagou. A borra do café mal coado no fundo do copo americano não será lida. O cheiro do cigarro morto apagado no cinzeiro vai passar. Tudo fica ali, naquele momento. O que se carrega do encontro? Sorriso, riso, experiências, abraços? Não. O que fica do encontro, é o encontro. Ainda é terça feira.