Em uma mala. Foi lhe pedido que arrumasse sua história, erros e acertos. A bagagem enfim. Com voz suave pediu que a trouxesse. Que a deixasse num canto Então, sem passado, um ao outro bem fizesse. E foi como viveram. Com a paz do bem, e o bem da paz até que um dia As vozes em sua mente, Sem motivo aparente, Lembraram-no da mala. E assim, como uma bala Como uma voz que se cala Estavam todos seus monstros Soltos de novo na sala.